quinta-feira, outubro 27, 2005

Coordenadas do pensamento

Estava aqui sentado sem ser saber o que fazer, resolvi escrever!

Ha sempre tanta coisa para dizer,
libertar a nossa alma,
escrever alivia,
limpa toda a poluição que nos corre nas veias,
escrevendo dizemos muito mais do que aquilo que conseguimos expressar pelo dom da palavra,
dizemos o que realmente sentimos,
mostramos sem medo o nosso eu,
a nossa verdadeira face,
aquela que por vezes anda escondida,
aquela que não oferecemos a qualquer um,
enfim...dizemos tudo o que nos vai na alma!

As palavras são duras, queridas, calmantes, irritantes,
tudo depende da intenção,
mas porquê dispultar erupções de raiva?
Porque não deixar o sangue fluir lentamente sem magoar os que nos rodeiam?
É preciso ter cuidado com as palavras...
Letras e silabas complexas formam frases e textos
que revelam inocentemente o desejo de ferir!

Bem, são estes os momentos que me acalmam,
gosto de conjugar todos estes caracteres infundados,
de forma inata,
deixar me levar pelo sentimento,
dizer o quero sem repreensões,
sem ter que obedecer a regras,
não quero ser o maior,
não desejo protagonismo,
gosto de viver cada dia como se fosse o ultimo,
gosto de ser como sou,
quero ser diferente,
e é por isso que me mostro irreverente,
por isso não me contenho de dizer seja o que for,
por isso sou feliz,
por isso acordo todos os dias com uma vontade gigante de viver,
por isso sou como sou!

Não vos massacro mais...


(O vosso amigo Costa [] ***)

domingo, outubro 09, 2005

Politica

Amanha é dia de eleições,
para quê já nem sei,
mudam as cores
ficam os ''cabrões''!

A corrupção mancha a nossa politica
duma forma gigante,
com ou sem consciencia critica,
esta e a verdade sem qualquer condicionante!

Todos temos preferências,
laranja,rosa ou outra cor,
o futuro não é risonho
qualquer que seja o vencedor.

Tatuagens

''Tatuagens''
(Mafalda Veiga)

[É linda esta musica, e a letra deixa kklr 1 d rastos, e sobre as sensações k akeles d kem gostamos deixam em nós, k são autenticas tatuagens!]


Em cada gesto perdido
Tu és igual a mim
Em cada ferida que sara
Escondida do mundo
Eu sou igual a ti

Fazes pintura de guerra
Que eu não sei apagar
Pintas o sol da cor da terra
E a lua da cor do mar

Em cada grito da alma
Eu sou igual a ti
De cada vez que um olhar
Te alucina e te prende
Tu és igual a mim

Fazes pinturas de sonhos
Pintas o sol na minha mão
E és mistura de vento e lama
Entre os luares perdidos no chão

Em cada noite sem rumo
Tu és igual a mim
De cada vez que procuro
Preciso um abrigo
Eu sou igual a ti

Faço pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
E pinto a lua da cor da terra
E o sol da cor do mar

Em cada grito afundado
Eu sou igual a ti
De cada vez que a tremura
Desata o desejo
Tu és igual a mim

Faço pinturas de sonhos
E pinto a lua na tua mão
Misturo o vento e a lama
Piso os luares perdidos no chão