sábado, junho 10, 2006

Ciclos de uma vida


Há ciclos da vida que se completam!

Não, não falo das amizades, porque as verdadeiras resistem à distância, aos contratempos, aos problemas, mas refiro-me às fases que estão previamente estereotipadas, sendo uma delas o fim do ensino secundário. Acabou!!

Uma vez uma amiga disse-me ''os verdadeiros amigos ficam para sempre'', e eu acredito mesmo nisso, aquelas pessoas que eu não quero esquecer não irei mesmo esquecer, estarão sempre comigo, espero bem que quem gostar realmente de mim não se esqueça de mim e me procure tal como eu procurarei quem quero ver!

Obrigado a todos os que não esquecerei!
Agradeço não ser esquecido!

quinta-feira, junho 01, 2006

O calor que invade o meu corpo nestes quentes dias de um Verão antecipado não é suficiente para me impedir de insistir no meu prazer da escrita.
Pelo (quase) fresco ar da noite, deito-me na minha cama, pego numa folha imaculada e na caneta,já gasta, e tiro toda a inocência a este pedaço de papel. O simples acto da acumulação de vários caractéres nas linhas de uma folha é suficiente para este adquirir um significado muito pessoal. Neste momento olho para a folha, este pedaço derivado da celulose ao qual foram adicionadas linhas, e olho para a minha caneta, e penso naquilo que estou a fazer ao conjugar a acção de uma com a utilidade de outra destas duas ferramentas, mas é dificil descobrir a verdadeira essência desta minha acção.
Imagino a dificuldade que possa existir para alguém que tente perceber aquilo que me vai na cabeça neste momento, imagino e compreendo, porque nem eu sei muito bem o que por lá vai.
Nestas minhas invasões conscientes ao meu inconsciente descobri que nem sempre um texto tem que ter um tema, ou pleo menos, para mim não o tem. Por haver tanto que dizer sobre o mundo que me rodeia, por haver tantos sentimentos para descrever, por haver tantas histórias para contar, por haver tantos desejos pleos quais suspirar, por haver tanto para reinvindicar, por tudo isto e por muito mais, resolvi não dar um rumo a este texto, será um texto sem qualquer tema concreto.
Apercebi-me da importância que tem a escolha de um tma, e achei que esta altura, em que me sinto cansado de um dia solarengo, não é boa para tomar tal decisão, então decidi retirar o tema ao texto e criar algo em que há presença da ausência temática.
Confuso??? Acredito!

[Algo muito esquisito mesmo, surpreendi-me a mim próprio com a capacidade que tenho de escrever tanto sem dizer nada de jeito!]